Sem ressentimentos

O belelinho foi convocado a vir comigo ao Lisboa art&moto, infelizmente parece que já estava convocado para assistir a um jogo de hóquei que deve durar o dia todo , fazendo com que eu seja automaticamente posta de lado , pelo que, ou vou sozinha ou tento arranjar  outra companhia.

Sem ressentimentos amor, não fiques preocupado, ei de encontrar companhia, nem que seja por lá…

 

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Nunca pensei fazer tamanha maldade à minha 2rodas

Como se já não bastasse a abstinência de andar nela por causa deste tempo que se tem acomodado por cá, tinha de lhe fazer uma coisa destas.

Nunca pensei tratar a minha duas rodas (tenho mesmo de lhe arranjar um nome decente) desta forma, fazer lhe isto, colocar lhe um emplastro, diminuir a sua estética.
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Tanto que à muito que andava a evitar esta compra, embora já tivesse o orçamento para tal.

Mas sei que é algo que de facto me dá jeito. Uma vez que não a utilizo só por lazer, e andar sempre de mochila às costas, encher todos os bolsos e mais alguns (mulheres)  tornar-se por vezes bastante complicado.  Este emplastro é por isto um mal necessário.

Bolas, estou tão… Mas tão arrependida de lhe ter feito isto.

Operação stop again

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Não consigo perceber, não tenho um grande motao e acho que também não me aparento com um bandido para ser mandada parar tantas vezes. 
Hoje Cai também por terra a teoria do belelinho, que diz que eu sou mandada parar tantas vezes por ser mulher. Pois bem amor,  hoje foi uma senhora que me mandou parar.

É a terceira paragem de mota em operações stop,  segunda no espaço de uma semana  -. –
Se das outras duas vezes  tinha deixado ficar os documentos da viatura em casa,  desta vez estava preparada e levava tudo certinho, pelo que desejei lá no fundo que me mandassem parar.  É lá estava a senhora à minha frente a mandar me encostar.  Parei a mota, desliguei,  abrir o capacete  e com um sorriso a querer virar riso mostrei tudo o que era preciso.

Agora que já mostrei que tenho os documentos da mota não me mandem parar mais,  POR FAVOR.

Volta ao mundo de mota

Um sonho para muitos mas que não é fácil para todos, dar a volta ao mundo de moto.

Confesso que tenho esse desejo, não digo a volta ao mundo – não sou assim tao ambiciosa – mas gostava imenso de fazer uma viagem de mota pela Europa , e fazer a popular Route 66, mas faze-la com uma Harley .

Nesta coisa de sonhos, há muitos que os conseguem agarrar-se a grande força de vontade, saem da sua zona de conforto e conseguem realiza-los.

Foi o que aconteceu a um casal argentino, Gustavo Cieslar e Elke Jeannette Pahl, que a 22 de Dezembro de 2003 partiram da argentina com a finalidade de dar a volta ao mundo cada um na sua YBR 125, Sim 125cc.

Yamaha YBR 125

“Milton” a mota dele

Yamaha YBR 125

“La Garota” a mota dela

 

O regresso ficou programado para 5 anos depois.

Sem patrocínios e sem  grandes poupanças percorreram  os 5 continentes, 40 países  chegando ao ponto onde partiram a  18 Abril de 2009.

O casal Guardou todas as memorias da viagem no site deles para poderem partilhar a realização do sonho com outros motociclistas.

No meio da minha pesquisa encontrei um outro casal Argentino , Marcos Guilhermo Volz, e Mariela Rocio Villar,  que também embarcaram nesta aventura cada um na sua YBR 125 estando ainda em viagem. Podemos acomapanhar a viagem deste casal em Desafio YBR.

Pelo vistos a minha menina tem capacidades de dar a volta ao mundo, quem sabe um dia não serei eu e o Belelinho a fazer uma viagem destas

Sorte no meio de azar

Em 4 anos de condução de carro fui mandada parar uma única vez. Quatro meses de mota e é a segunda vez que me mandam parar.
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Para meu azar em ambas as vezes que fui mandada parar de mota ia a caminho do treino,  tendo das duas vezes deixado os documentos da mota no outro casaco ( ao menos não esqueci do capacete).
Talvez o facto de respeitar esta profissão por vezes tão engrata e ter tido sorte de apanhar  agentes bem dispostos me tenham safo até agora.
Sendo que à terceira é de vez irei ter mais atenção a este esquecimento.

Tempo Vs Sorte

Apesar do mau tempo dos últimos dias tenho tido um pouco de sorte com as minhas deslocações de mota, não tendo apanhado chuva.

Hoje, a 30mint para sair do trabalho vi a minha sorte a mudar , onde sem já ninguém o prever ou esperar  desata a chover (mas chuva a sério não aquele molha parvos para meninos), como se a chuva só não bastasse juntam se uns relâmpagos à festa.
Foram 30mint de esperança que a minha sorte se mantivesse e que aquela bela chuva, que deixa de ser bela quando nos caem em cima,  parasse na hora de eu me ir embora….
E não é que parou mesmo?!

Peguei então na “duas rodas”  e fiz me a caminho do belelinho para lhe dar um beijinho.
Estrada com piso molhado,  poças de água nos inúmeros buracos das estradas,  apanhei o caminho errado e resolvi encostar para ligar ao belelinho. A paragem foi feita numa paragem para autocarros onde existe um ligeiro deslize de piso, estupidamente entrei nesta paragem de lado e não ligeiramente de frente, com o piso molhado não ouve margem para este erro estúpido , e a mota acabou por cair.  Felizmente eu nem toquei no chão tendo ficado em pé. Fui rapidamente abordada por vários automobilista simpáticos que me perguntaram se estava tudo bem e se precisava de ajuda,  mas com um pouco de orgulho disse estar tudo bem, e lá levantei a mota sozinha (os treinos têm de servir para alguma coisa, certo?! ) que aparentemente não saiu marcada desta queda, tendo ficado apenas com a ligeira sensação de ter a direcção um pouco desalinhada.
Já junto ao belelinho e com um humor menos bom (onde quem pagou foi o belelinho) tentamos alinha-la,  mas continuo a achar (talvez seja só psicológico)  que não ficou a 100 por cento.
O resto do caminho para Casa foi feito com a iluminação dos relâmpagos que caiam do céu,  sem mais nenhum percalço nem chuva,  FELIZMENTE.

Companheiros de estrada

Caros companheiros de estrada, que em duas rodas se deslocam:
Não me agradeçam por eu no trânsito parar e me encostar para que vocês passem,  não o faço por simpatia nem tão pouco por me achar azelha pelo facto de ser mulher e ter pouca experiência em duas rodas,  simplesmente dá-me imenso jeito que uma mota de maiores dimensões e maior roído vá à minha frente para me abrir caminho…. Não me agradeçam, eu é que vos agradeço.

Hoje foi…

Dia anos do menino onde quem ganhou boleia para o trabalho (com esperança de ser raptada) fui eu.

Agora tornou se oficial,  andamos os dois de mota.  Hoje foi dia da minha ficar no descanso e eu andar à pendura. Digamos de passagem que foi um pouco desconfortável, não contando com as vezes que eu pensei voar da mota com os arranques do menino,  vai que ele se lembrou de passar por todos os buracos da estrada, diz ele que era para testar a máquina,  resultado uma dor de costas de todo o tamanho. Foi desculpado pelo facto de fazer anos mas não se livrou do raspanete. :p

Acabamos a noite nas festas de corroios com Pink Floyd tribute show.

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