ROUND 1 – Eu Vs Balança

 

Nunca fui adepta de dietas, talvez porque nunca me importei muito com o meu peso.

O meu problema com a balança começou na semana a seguir ao meu mestre me propor subir ao Ringue.

A pesagem lá em casa, por norma, é feita sempre em jejum, sendo o momento em que o corpo reune as mesmas condiçoes dos outros dias,  e tenho assim resultados mais realistas. O problema é que desconfio que a Balança lá  de casa é um pouco simpática ,e tem por habito marcar uns kgs a menos,  pelo que me decidi em deslocar-me a uma farmácia para ter a confirmação do peso. E eish que aparece o nº 61. 45kg

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Cerca de 2kg a mais que me faz combater numa categoria de 65kg.

E o problema na categoria de pesos, não é só o de combater com uma possivel pessoa com mais 4kg do que eu, mas também a grande probabilidade, de uma adversaria com 65 kg ser mais alta que eu.

Então o objectivo é baixar dos 60kg, e tentar chegar aos 57kg, para poder ter uma margem de peso.

Informei logo em casa, que teria de evitar certas coisas.

E é neste momento em que penso em evitar, ao maximo, certo tipo de comidas , que o “fruto” proibido se torna o mais apetecido, e eish que de repente, só me apetece hamburgueres, Pizzas, gelados, crepes e Afins. Mas tento manter forte. E eish que, a Srª Minha mãe não me levando a sério, resolve fazer nessa mesma semana todo o tipo de comidas, doces e bolos. 

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 Para ajudar ainda mais a desviar-me do “caminho correcto”veio a semana de férias ao Norte do pais, sem treino e com muita comida, claro está que o resultado não podia ser muito bom.

 

No Sábado seguinte às férias , e aproveitando a avaliação corporal gratuita, no 1º Aniversário Correr Lisboa /Treino Solidário , verifiquei os estragos das férias com os seguintes resultados.

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Com um peso ligeiramente acima do que tinha antes das férias e com alguma gordura corporal a mais. porquê é que as francesinhas crepes, croissant e outros dos género são tão deliciosos?!?

Próximos dias que se seguiram foram, assim como os que se seguem serão, de algum contenção com a comida.

Não usando a palavra dieta – porque essa, se um dia a decidir fazer, será depois de uma consulta num nutricionista – mas sim a de contenção, sem grandes privações de alimentos, vou apenas tentar conter-me a comer certas coisas, e menores quantidades. Claro que o mais importante de tudo será o exercício, que terá de ser aumentado para queimar aquilo que eu não quero deixar de comer.

Vamos ver no que dá.

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