O sol quando nasce é para todos 

Gosto de chegar à praia cedo, escolher o meu canto tranquilo, desfrutar da tranquilidade, é o meu momento . Momento esse que dura cerca de 10min até que de 5 em 5min aparece alguém para compor o areal, com vontade de fazer ouvir as suas conversas, esquecendo se dos limites que se deve deixar das toalhas alheias. Começa o desfile de areia e pingas de água. 

Este fim de semana

Este fim de semana teve direito a treino na praia.

Já há algum tempo que andava para experimentar um treino Fhit unit que é realizado todos os fins de semana na praia de Carcavelos. A semana passada lá ganhei coragem para me inscrever.

Não é fácil treinar na areia, principalmente estando a mesma seca, ao fim da segunda volta de corrida de aquecimento, que deve equivaler mais ou menos a 100metros, já eu tinha perdido a respiração . Depois do aquecimento – que foi o que mais me custou – seguiu-se  trx, flexões, agachamentos, e pranchas.

Adorei o treino, e principalmente o local do treino. E certamente irei tentar participar mais vezes.

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Experimentado o surf

Este sábado fui fazer uma aula experimental de surf com o Belelinho.

Fonte: imagens Google

Fato colocado, foi nos dada a prancha e explicado que para quem estava a iniciar quanto maior fosse a prancha melhor, pois aparentemente o tamanho da mesma ajuda a corrigir os nossos erros iniciais.

O meu primeiro pequeno problema apareceu logo ai, depois de me ter sido dada a prancha. Tudo por que aparentemente tenho o braço curto e não a consigo colocar debaixo do braço como os outros. Pelo que tive alguns problemas até acertar com a melhor maneira de a transportar até à praia.

Com os pés já na areia e o mar a poucos metros…

Fizemos um breve aquecimento , e de seguida foi nos dadas algumas informações sobre as marés e como se formam as ondas; o vento e a relação com o surf; o porque das cores dos fatos de surf serem normalmente escuros e as cores das pranchas serem brancas; o nome dado aos componentes que compõem a prancha.

De seguida fizemos um pequeno teste para ver qual era o nosso pé de apoio, ou seja o pé que deveria ficar à frente quando nos levantássemos na prancha.

Posto isto lá metemos a prancha na água.

Tive o auxilio do professor na primeira onda que apanhei..Sendo que foi ele que ao empurrar a prancha me deu a velocidade necessária para eu ser empurrada pela onda e não ultrapassada por ela. Das outras vezes tive que dar aos braços, e ainda demorei um bocadinho a perceber que tinha de continuar a dar mais um bocadinho aos braços depois de ser apanhada pela onda. Por fim  lá consegui apanhar umas ondas na posição deitada.

Após alguma tentativas, umas bem sucedidas outras nem tanto, saímos da água para mais umas indicações, onde nos foi explicado a forma de nos colocarmos em pé na prancha.

Tínhamos de complicar, agora que eu me estava a divertir a apanhar ondas .

Voltamos novamente ao mar, tentei aperfeiçoar um pouco mais o “apanhar a onda” e só depois tentei me levantar. O melhor que consegui foi colocar-me na  posição de cócoras, tendo-me faltado a confiança para me levantar.

Depois desta aula experimental ficou o Bichinho e vontade de repetir.

Fonte: imagens google

Retratos de fim de semana #6

Este fim de semana resolvemos fazer uma “pequena” viagem de mota, com paragem por vários sítios, sendo o ponto principal, e o grande motivo da iniciativa desta viagem, a passagem pelo cabo Espichel.

O plano inicial era cada um ir na sua mais que tudo de duas rodas e termos Setúbal como destino a meio do dia, para almoçarmos o famoso choco Frito.

 Mas como os planos acabam sempre por sofrer alterações acabamos por fazer a viagem juntos, na mesma mota, comigo ao guiador, e não fizemos passagem por Setúbal.

Começando a nossa Viagem…

Marcamos o primeiro ponto do dia na lagoa de albufeira, onde estendemos a toalha por uns minutos (talvez  1h ou 2h)
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Seguimos dai, com as nossas toalhas arrumadas e seguimos em direcção ao Cabo Espichel.

Sem Mapa, sem GPS, seguindo apenas o instinto .

Ainda antes da chegada ao nosso destino, mas já próximos paramos para seguirmos as pegadas da Pedra da Mua

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 Depois de um percurso de cerca de 1Km lá chegamos ao local  onde avistaríamos as pegadas.

Seguiu-se ai a procura de um cache que se encontrava nas proximidades.
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E depois de um percurso de cerca de 2km, lá fomos nós , desta vez no veiculo até ao cabo Espichel
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Saindo do cabo Espichel, e fazendo um breve desvio , para caminharmos mais um pouco, junto ao Farol .
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No regresso, fizemos a paragem , programada, pelo castelo de Sesimbra.
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Há noitinha e para terminarmos bem  o dia, fomos assistir  ao concerto dos Azeitonas em Corroios
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Retratos de fim de semana #5

Este F.D.S. deslocámo-nos às maravilhos Aguás limpidas da Arrábida.

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Aproveitei para testar o meu lindo equipamento de Snorkel , oferecido nos anos, que me fez engolir uns pirolitos devido ao facto de eu não ter experiência na actividade e querer constantemente mergulhar em vez de ficar à tona da agua. Tirando o desconforto dos pirolitos e a falta de coordenação na respiração, adorei ver os peixinhos de perto e a forma como incaravam aquele ser estranho que radiantemente olhava para eles.

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Tive também direito a um spa Low cost – cortesia do Belelinho.

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Saída da praia,ainda com tempo para passar pela Gruta de Santa Margarida.

Um lugar que aparentemente se encontra ao abandono e que  passa despercebido a tantos que por este lados passam.

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No Regresso , houve paragem por azeitão, de forma a reabastecer calorias com as maravilhosas tortas de azeitão

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Quando a natureza reclama o que é dela

Hoje com o sol a brilhar, e já sem avisos amarelos para a costa portuguesa, tive a oportunidade de ir até à costa da Caparica .
E que saudades que eu tinha….

O mar estava calmo e límpido, fazendo contraste com os muitos sinais ainda presentes do mau tempo e da subida do mar dos últimos tempos .
A natureza está a pedir de volta o que é dela, e é notório os metros de areia até ao mar, que temos perdido nos últimos anos.
A maior parte destas primeiras praias da costa ,  com maré cheia,  não deixam visível um único metro de areia.

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Hoje  foi dia de trabalhar para  o bronze.

Agarrei no namorado, já um pouco fora de horas,  e lá fomos nós experimentar a praia de Sesimbra. Antes da chegada a praia já era possível admirar a maravilhosa paisagem,  começamos a descer e os acessos complicaram,  andamos um pouco as voltas até chegarmos à praia,  e aí de muito nos valeu a mota que ficou estacionada juntinho a praia sem stresses (de carro teria sido bastante complicado).

Pontos positivos:

¤ Paisagem

¤ Água limpa, transparente na qual não temos qualquer receio em entrar (tirando o facto de ser um pouco fria).

¤ Sem as Confusões da costa ou linha onde por vezes se têm alguma dificuldade em encontrar Lugar para colocar a toalha.

O namorado tratou de recolher os pontos negativos ,  areia mais rija que o normal e o vento que com ele trazia a tal areia rija.