Peripécias desta rapariga

Estacionei o carro na zona azul, segui pelas portas automáticas, subi as escadas de madeira que terminavam em frente à fnac.
Fiz o que tinha a fazer e voltei.
Junto à fnac desci as escadas de madeira sai pelas portas automáticas e na zona azul nada de encontrar o meu carro.
Nunca tal me tinha acontecido,
por norma sou uma pessoa com bastante orientação.
Tinha a certeza de ter deixado o carro na zona azul na penúltima fila antes da parede entre outro carro e um poste. Mas nada de ver o raio do carro – “queres ver que em menos de 1h me roubaram o carro!!” .
Dou uma volta, na esperança, duas e começo a achar que estou maluca, desespero por momentos.
Tinha a certeza de ter estacionado na zona azul.
Volto a entrar pelas portas automáticas para perceber se há mais algum piso em baixo, não há, mas… Há um piso em cima.
Subo as escadas chego à zona azul e ao contrário do meu Tico e Teco o carro permanecia no mesmo lugar onde o deixei.

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Quem nunca…?!

Acordei cedo, fiz as tarefas pós acordar e sai de casa.

Dirigi me para o local onde costumo estacionar o carro, não o encontrei, voltei para trás não fosse o facto de ter apenas um olho meio aberto impedido de o visualizar. Andei mais um pouco. Com os olhos já bem abertos comecei a equacionar se não me teriam roubado o carro.

Comecei então a puxar pelas memorias do dia anterior, tinha ideia de ter deixado ficar ali o carro, puxei mais, ate que voltei para casa e percebi que afinal o carro tinha ficado à porta de casa.